segunda-feira, 11 de abril de 2011

Lei de Imprensa já!Milhares vão às ruas se despedir de radialista assassinado em Vitória de Santo Antão


Por Diário de Pernambuco
Milhares de pessoas participaram hoje do sepultamento do radialista e apresentador da TV Vitória, Luciano Leitão Pedrosa, de 46 anos. Depois de ser velado em um toldo na frente da casa onde o comunicador morava, o corpo seguiu em cortejo fúnebre pelas principais ruas do município de Vitória de Santo Antão. A percurso durou cerca de uma hora. A cidade parou para se despedir do radialista. Luciano foi sepultado no Cemitério de São Sebastião, em meio a pedidos por justiça e cânticos religiosos.

Luciano foi brutalmente assassinado, enquanto estava em um restaurante, no bairro Bela Vista, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata de Pernambuco. O crime aconteceu por volta das 21h do sábado passado, enquanto o comunicador jantava no Restaurante Porto Luna, localizado na Rua Maria Bezerra de Sena.

De acordo com testemunhas, o apresentador teria sido seguido por um homem. Dispararam quatro tiros em sua cabeça, mas três falharam e o único que foi realmente deflagrado tirou a vida do comunicador na hora. O criminoso fugiu em seguida, em uma moto, ainda não localizada.
Luciano Pedrosa apresentava o programa Ação e Cidadania, na emissora local TV Vitória, há sete anos. O programa não irá ao ar nesta segunda-feira.

A delegada Maria Bethânia, da seccional da cidade, investiga os motivos do crime. De acordo com ela, na hora da investida, os criminosos anunciaram tratar-se de um assalto, mas isso não descarta a possibilidade do crime ter configurado uma execução. O assassinato pode ter ligação com a profissão de Luciano, uma vez que, no programa de TV, ele também abordava questões policiais.

Uma terceira linha de investigação dá conta que o crime poderia ter conotações políticas, já que ele fazia parte da oposição ao governo municipal e recebia constantes ameaças de morte. A perícia no restaurante teve início ainda ontem, mas deve ser concluída neste domingo.

sábado, 9 de abril de 2011

Ih,choveu!

O final de semana foi de muita chuva no Nordeste brasileiro.E como muitas dessas cidades não foram preparadas para se prevenir dos possíveis problemas que o grande volume de água acumula nas ruas e casas, basta chover um pouco para que o caos seja instalado.

Em Recife, por exemplo, a má administração do prefeito João da Costa somada falta de educação das pessoas de jogarem lixo nas ruas, fez com que a região metropolitana sofresse com alagamentos, semáforos quebrados que geraram engarrafamentos que bagunçaram o trânsito.O caos,é bom lembrar, foi causado por apenas uma manhã de chuva.

Diante do fato, internautas se manifestaram sua indignação via o microblog twitter, em que relatavam como estavam a situação dos bairros que moram. Muitos deles enviavam junto aos depoimentos, fotos aos meios de comunicação que tem perfis na rede social que faziam a divulgação.
(Foto:Hofni Manoel)
(Foto:Jurandy)
(Foto:Alberto Ribeiro)
(Foto:Blog do Jamildo)
(Foto:André Gusmão)
(Foto:Walley Santos)


 
klebervalmir Kleber Valmir 
 por transitorec_
@transitorec_ motoqueiro caiu em buraco, mas esta bem!

_LeoFerreira Leo Ferreira 
 por transitorec_
MUITA água na pista local em frente ao Clube Português. Mas dá pra passar. @transitorec_

klebervalmir Kleber Valmir 
 por transitorec_
@transitorec_ bairro sitio novo olinda. tudo alagado!

thayuana Thayuana Araujo 
 por transitorec_
@transitorec_ os carros na Domingos Ferreira estão mudando de faixa, na altura do colégio Motivo, por causa da água. Trânsito lento

Alberto_Ribeiro Alberto Ribeiro 
 por transitorec_
Barão de souza leão e ruas ao redor, pro lado da "igreja nova de boa viagem" alagadas. Transitável, mas, alagadas. @transitorec_@jctransito

betinhopiason Robson Piason 
 por transitorec_
@Transitorec_ muita agua na descida do trancredo neves,sentido praia,ilhado aqui.pqp

adrianolapenda Adriano Lapenda Jr 
 por transitorec_
@transitorec_ Caxanga completamente alagada em frente a caxanga veiculos

walleys_santos Walleys 
 por ClubeAmPE
Anuncia essa @LeoLimaPE , semáforos do cruzamento da Av Barão de Souza Leão com a Av Domingos Ferreira apagados. Caos total em Boa Viagem.

@blogdejamildoChuvas alagam bairros do Recife. Carros viram lanchas
rcavalcantis Rodrigo Cavalcanti 
 por transitorec_
@transitorec_ Mascarenhas alagada em diversos pontos nos dois sentidos

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Luto

Jornalista esportivo Juca Kfouri deu palestra na UFRN

(Foto:Caninde Soares)

“Sai de São Paulo e vi aquele lindo estádio, o Fielzão, e ao chegar a Natal vi também esta maravilha de Arena das Dunas”. Foi com esta ironia,que o jornalista esportivo Juca Kfouri abriu sua palestra Jornalismo, Esporte e Democracia  no auditório Otto de Brito Guerra, na Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), onde falou sobre Copa 2014, casos curiosos de sua carreira e temas polêmicos na última terça-feira (05).
(Foto:Geraldo Miranda)

Para sustentar sua opinião de que a Copa no Brasil é desnecessária,Kfouri lembrou do exemplo do Pan Americano do Rio de Janeiro em 2007. Na capital Fluminense, teve desvio de verbas e nenhum aproveitamento das estruturas que lá ficaram. Antes do evento as obras estavam orçadas em 600 milhões. Ao final da competição, descobriu-se que foi gasto quase quatro bilhões. “Alguém aqui acha que não vai haver desvio de verbas em uma Copa do Mundo, que requer mais complexidade que um Pan Americano e ainda feito em vários estados?”, provocou.
(Foto:Geraldo Miranda)

Juca lembrou antes do Pan, as autoridades responsáveis prometeram deixar dois legados para a população pós evento: primeiro o metrô que ia da Barra à Tijuca; o outro o complexo aquático Maria Lenk . “O resultado disso foi a não construção do metrô e um abandono das piscinas e equipamentos usados. Tudo isso para deixar as pessoas felizes por um mês, enquanto saúde e educação continuando a ser deixada de lado”, indignou-se.

Por isso, Kfouri não gosta da idéia da Copa por aqui. Segundo ele acontecerá a mesma coisa com os estádios em lugares que não tem tradição no futebol. “Com todo respeito, mas em Cuiabá não vai ter jogo de grande porte depois da copa. Está na cara que não só lá mas em outros lugares, esses estádios vão se tornar elefantes brancos”, disse. Ele defende que o Brasil deveria se mostrar ao mundo apenas em seus pontos turísticos, como no Rio de Janeiro e algumas cidades do Nordeste. Outro motivo, o principal dito por Kfouri é o político, mais especificamente dentro do futebol que é comandado por Ricardo Teixeira. 


Em outros países os esportes são comandados por ídolos do passado que entendem as necessidades dos atletas do presente. Na copa da França, teve Platini como chefe de comitê, na Alemanha Beckenbauer, no Brasil mais uma vez vamos ter Ricardo Teixeira,que tem sua filha de sobrenome Havelange como secretária de finanças. Só para lembrar, Ricardo Teixeira é genro do ex-presidente da FIFA João Havelange. Com o sobrenome forte da filha, Teixeira pretende manter o império.
(Foto:Fernando Amaral)

Mas nem toda a palestra foi uma maravilha. Polêmico como sempre, Juca Kfouri respondeu a algumas indagações da comunidade acadêmica como a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo. “Eu sou a favor de qualquer diploma universitário, só não concordo com a obrigatoriedade”, disse. É bom lembrar que Juca Kfouri não disse isso a toa, pois sabe-se que ele não possui o diploma do curso de jornalismo, ele é formado em ciências sociais.A declaração foi uma das poucas que não agradou os estudantes presentes.

Antes da palestra, Juca Kfouri havia participado de um programa de entrevista com os alunos na TV Universitária. 

Sobre Juca Kfouri

José Carlos Amaral Kfouri é natural d São Paulo e nasceu no dia 4 de março de 1950. Ele é formado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). Juca Kfouri começou sua carreira no jornalismo nas revistas Placar e Playboy, foi comentarista do SBT, da rede Globo, da rede Cultura, da RedeTV e, atualmente, está na Rádio CBN e ESPN Brasil, além de ser colunista da Folha de São Paulo.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pracinhas brasileiros foram à Segunda Guerra sem preparo

Pelotão da FEB em Camaiore, na Toscana (Itália); cidade foi a primeira a ser conquistada pelos brasileiros em 1944

Por Folha.com

"Não precisa! Os meus meninos tomam aquela merda no grito!"

A frase é atribuída ao general Zenóbio da Costa, um dos comandantes da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra, sobre a necessidade de mais treinamento e planejamento para ir lutar contra os alemães.

A posição ajuda a explicar a falta de preparo dos brasileiros que foram lutar na Itália, conforme novas pesquisas estão revelando.

Elas mostram que os pracinhas mal sabiam usar as armas que recebiam do exército americano. Deixam claro, ainda, que os aliados chegaram a ficar preocupados com a pouca experiência dos colegas que chegavam para lutar na guerra.

"No Brasil, achava-se que uma semana no mato equivalia a treinamento de combate. Muitos acreditavam que a fanfarronice encenada em campanhas nas coxilhas ou nos tiroteios contra estudantes paulistas destreinados bastasse para enfrentar o Exército alemão", diz o historiador Cesar Campiani Maximiano, da PUC-SP.

Ele está lançando o livro "Barbudos, Sujos e Fatigados", pela Editoria Grua. Maximiano entrevistou 98 veteranos num período de 20 anos e levantou documentos históricos em arquivos civis e militares no Brasil e nos Estados Unidos.

Um desses documentos mostra que, em 1945, os americanos reclamavam que as deficiências de treinamento dos brasileiros causavam baixas desnecessárias às forças aliadas.

A motivação da bronca tinha sido um erro pueril cometido em 12 de dezembro de 1944 por um grupo de combate da FEB. Os brasileiros invadiram uma casa cheia de alemães, matando todos os inimigos.

Partiram, no entanto, sem inspecionar o porão. Um único soldado alemão ficara escondido por lá. Após a "lamentável negligência", ele, sozinho, metralhou 17 brasileiros pelas costas, matando todos eles.

Falta de motivação

Outros relatos dão conta de combatentes brasileiros brincando com minas antitanque em pleno acampamento militar, tentando descobrir o que era aquilo --por sorte, ninguém se feriu.

Apesar desses casos, a tutela americana funcionou: os brasileiros acabaram tendo sucesso na maioria das 445 missões na Itália que executaram entre 1944 e 1945, fazendo mais de 20 mil prisioneiros inimigos.

Mas, talvez tanto quanto o seu treinamento militar, as motivações de muitos dos brasileiros para ir à guerra não eram muito fortes.

O veterano paulista Américo Vicentini, por exemplo, relatou ter ido para a guerra porque via nela uma chance de ir embora de Mato Grosso, sede do quartel para onde tinha sido transferido.

"Era um calor tremendo, de noite ficava mais quente do que de dia. Além disso, tinha tanta mosca que não tinha jeito de dormir. Aí pediram voluntários para ir para a Itália. Eu me apresentei. Aliás, todos os paulistas lá do quartel se apresentaram."

Um médico do Exército estimou que metade dos soldados não sabia dizer por que o Brasil estava em guerra.

A falta de motivação, no entanto, tinha outros motivos. Os pracinhas encontraram vários problemas ao chegar na Itália, como o frio, a comida ruim e, principalmente, as péssimas condições de higiene, em especial no front.

domingo, 3 de abril de 2011

Imagens da futura Arena do Sport



Brasileiros franceses

O que o Brasil tem a ver com a França? Imaginarmos que não há coisas em comum não é o melhor caminho, pois temos muita coisa de nossa cultura que tem origem na França. Vestuário, culinária, arquitetura, algumas palavras da nossa língua e até o modelo político democrático que adotamos nos dias de hoje. Esta última característica influenciou o mundo inteiro e por isso, o Brasil não poderia ficar de fora do lema Igualdade, Liberdade e Fraternidade que teve origem na Revolução Francesa e que tem preceitos na nossa Constituição dita cidadã.


Na culinária temos várias expressões que nasceram na França e usamos. Quem come A La Carte, faz a opção que está no cardápio, ou melhor, no menu, o prato feito que vem direto da cozinha para a mesa. Quem deseja se servir a vontade no buffet (origem também na França) deve requerer o prato a francesa. Este por sua vez contém um filet, já aportuguesado filé com algumas pitadas de poivre, o pó, ou simplesmente a pimenta. Depois da refeição, a pessoa pode ir ao toillet, ou seja, banheiro, lavar as mãos ou fazer suas necessidades fisiológicas.O restaurante pode ficar no Boulevard, ou no também aportuguesado bulevar, que significa estar em rua ou avenida arborizada.

Nessa rua ou avenida, podem existir praças em que trabalhadores fazem reuniões sindicais afim de melhoras nas condições de trabalho.São as places de greve, que foi retirada o primeiro nome, simplificando o significado de greve que temos hoje. As places de grève foram insatisfações de obreiros em locais específicos, as praças em que organizavam as greves no século XIV.

Esses trabalhadores por serem contra o sistema vigente eram considerados o que o mineiro Carlos Drummond de Andrade chamou de “gauche” no seu “poema de sete faces” de 1930, ou seja, aquele que é esquerdo, está contra tudo e todos, diferente dos demais.


As mulheres não são deixadas de lado quando é referida a influência da cultura francesa nos seus modos de vida. Um exemplo é a moda, em que muita peça de roupa vem da França. Elas usam soutiem gorge, que sofreu corte do segundo nome no Brasil, que significava “apoio”, soutiem nada mais é que o sutiã. Depois de vestidas, muitas ainda usam acessórios em suas roupas como o cachê-coeur ou o conhecido para nós cachecol, bijouteria ou bijuteria, maquiagem de mesmo nome e pronúncia no português. Tudo isso comprado num ateliê.

Ah, e o tal do pão francês alguém conhece?

sábado, 2 de abril de 2011

Cidadão brasileiro abestadô-Tiririca nomeou dois humoristas que ganham R$8 mil

(Foto:Wilson Dias/Agência Brasil)
Por Folha.Com

Dois humoristas do programa "A Praça é Nossa" foram contratados, em 23 de fevereiro, como secretários parlamentares do deputado federal Tiririca (PR-SP).
(Foto:João Brito/FolhaPress)

José Américo Niccolini e Ivan de Oliveira moram em São Paulo. Os dois humoristas fazem parte do grupo de humor "Café com Bobagem" e conhecem Tiririca há cerca de dez anos.

A dupla já tinha trabalhado com Tiririca antes. Eles foram responsáveis pela criação de todos os slogans da campanha eleitoral do deputado mais votado do país, entre eles o que dizia: "Vote no Tiririca, pior do que está não fica".

"A gente está se organizando pra saber como é o trabalho. É novo pro Tiririca e é novíssimo pra gente" afirma Niccolini.

O humorista diz que Tiririca ofereceu cerca de R$ 3.600 a cada um pelo trabalho. "Toparíamos mesmo se [o valor] fosse mais baixo."

O humorista diz que ambos vão assessorar o deputado com ideias para projetos de lei.
Segundo Niccolini, ele e Ivan Oliveira vão trabalhar no escritório do Café com Bobagem em São Paulo, e não na capital federal.

"Não faz sentido pagar passagens ida e volta pra Brasília porque o nosso trabalho será feito em São Paulo. Se fosse pra trabalhar em Brasília, nem teríamos aceitado."

O comediante avalia que existe "maldade" em relação ao deputado. "Isso acontece pela votação expressiva que ele teve e porque se trata de um cara muito humilde. Mas nós estamos todos trabalhando e não estamos aqui pra roubar ninguém."

A assessoria de Tiririca justifica as contratações dos humoristas afirmando que os deputados precisam de funcionários que entendem das suas áreas de atuação. A assessoria não confirmou o salário dos humoristas, mas rumores apontam que seja R$ 8mil cada.

Especialista mostra os perigos da propaganda voltada às crianças


Tive contato recentemente com vídeos do interessante II Fórum Internacional Criança e Consumo que aconteceu em setembro de 2008 em São Paulo. A psicóloga americana Susan Linn na palestra intitulada “Educação, Consumo e Infância” traça um panorama bem pessimista da propaganda e do Marketing voltado para as crianças.

Segundo Linn, a propaganda é muito nociva a quem ainda não tem senso crítico e discernimento suficiente para julgar o que é bom ou ruim para si. Para piorar o quadro, Linn defende que essas crianças persuadidas a vida inteira se tornarão futuros adultos acríticos, isso porque estão acostumado ao bombardeio midiático desde cedo ao verem TV  e serem passivos aos produtos. O processo contínuo de persuasão do indivíduo desde a sua infância até a vida adulta garante a fidelização do cliente com determinados produtos por meio do Marketing. 

A passividade diante da TV tira da criança a criatividade e a capacidade de se desenvolver de acordo com suas características. O que acontece é uma unificação de personalidades, com a ajuda de produtos alimentícios e brinquedos, que criam vontades únicas e estereótipos em nome do lucro empresarial. Sem contar que incentiva o agravamento do problema mundial da obesidade infantil com a venda de produtos com alto valor calórico. Outra triste constatação é a de erotização precoce das meninas, em que o roubo da infância se dá na quase obrigação de adquirir roupas de mulheres adultas, sapatos de salto alto e uso de batom.

Segundo pesquisa feita por Linn, a relação da criança com o produto é tamanha que ela quer ser de igual personalidade ao do boneco/boneca do desenho animado. O responsável pela criança sente a obrigação da compra do produto, sob o desejo de conseguir a felicidade do filho. Dessa forma, o conceito de felicidade deixa de ter referência nas relações humanas e passa a ser no objeto.

Por fim, Linn alerta que a única forma de combater o malefício da propaganda deve ter iniciativa dos pais. Estes devem se perguntar o que querem para seus filhos, se felicidades momentâneas e falsas ou algo há longo prazo que contribua criticamente e humanisticamente para uma boa educação e conhecimento de mundo. Outra alternativa não há, pois o mercado voltado ás crianças é cada vez mais lucrativo, sendo assim, sem previsão para acabar.

Link do vídeo com a palestra: http://2.forumcec.org.br/convidado/susan-linn/